Teo Guerreiros Sem Armas 2011


11 – Atitudes individuais. Meu excesso e meu consumo
julho 15, 2010, 12:18 am
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De fato o que chamamos de lixo é para muitos um luxo, e na verdade aprendi com pessoas que lidam diária e diretamente com toda essa questão que “LIXO” não é “LIXO”, é RESÍDUO. Pois afinal se o que é descartado pode virar novamente vidro, papel, plástico e etc, então não é lixo, é apenas um resíduo que foi descartado pela nossa insuficiência social/coletiva de encaminhar aqueles recursos à reciclagem. Vejo que atualmente há um impulso muito interessante a fim de modificar a consciência e atitude das pessoas no sentido de instruir a população para um novo padrão comportamental sobre essa questão. A proposta dessa revolução é adaptar nossa relação com o consumo dos recursos e produtos que fazemos uso.

REDUZIR, REUTILIZAR e RECICLAR

Renovação, Reinvenção, Revolução...

REDUZIR o consumo desnecessário, reduzir o desperdício, o exagero e tudo que não será de fato consumido e se tornará excedente.

REUTILIZAR os recursos que você já possui em seu alcance. Há diversos produtos que utilizamos uma única vez e alguns que são na verdade totalmente dispensáveis. Embalagens de embalagens, Embrulhos e sacolas que podem ser novamente utilizadas, bem como recipientes e uma infinidade de exemplos.

RECICLAR os resíduos. Colocá-los em um novo ciclo. Papel, vidro, plástico, metal, material orgânico que vira composto, lixo eletrônico, e todo os 99% dos recursos que são possíveis de serem reciclados. O consumo tal qual foi estimulado ao longo de décadas, e por que não dizer de séculos, levou a nossa sociedade a sérios questionamentos e a conclusões de que estamos altamente equivocados quanto a nossa Maneira de nos relacionar com nosso ambiente, com nosso planeta, e com o modelo de consumo que praticamos. Reciclar não é uma “boa intenção”, nem um “belo gesto bondoso”, não é pra salvar algum ecossistema Ou uma espécie animal, seja ela hoje ameaçada de extinção ou não. Reciclar é uma forma de entender que é simplesmente impossível continuar como estamos atualmente, com um padrão de consumo que Exigiria demanda de fontes naturais de recursos que somente com muitos planetas Terra conseguiríamos suprir. Essas três mudanças de comportamento é o que eu tenho buscado ultimamente. Como eu me mudei para uma nova casa há um mês e tendo esse mês sido de provas finais no semestre, ainda não pude instalar o fogão, E ainda não tenho cozinhado e feito refeições em casa, o que diminui muito o volume descartado no final das contas. Assim o que tem sido produzido de resíduos é bem menos que o normal.

Coleta seletiva na sua casa

Um dos meus antigos planos pode agora se tornar realidade. Nessa casa poderei fazer uma pequena composteira ou até o que seria mais interessante ainda um minhocário. Minha irmã mais velha e meu cunhado fizeram cursos de permacultura no IPEC (Instituto de Permacultura do Cerrado) e no IPA (Instituto de Permacultura da Amazônia), em Pirenópilis e Manaus respectivamente. De lá eles trouxeram essas e outras ideias muito práticas e interessantes. Soluções para até mesmo quem vive em apartamentos sem muito espaço, são justamente soluções para o padrão de vida urbano, predominante hoje em dia. Estou esperando para quando terminar as férias e eu voltar pro Rio. Ai terei tempo hábil para colocar esses projetos em prática. Pois nesse curto período que estou morando lá, me desdobrei para me dividir entre mudança, arrumação e os estudos na reta final. E agora que estou de férias vim para Paraty, visitar minha família e irei em breve pra São Paulo participar do Um Teto Para Meu País. Mas nesse caminho do guerreiro da vida, transformar essas pequenas soluções está totalmente incluso nos meus planos de muito em breve.

Doando meu excesso

Dos meus excessos identifiquei e separei alguns pares de sapatos, 5 ou 6 e muitas camisas, calças e bermudas que já havia tempo eu estava pra doar. Vivendo numa comunidade, onde moram muitas famílias carentes não haverá dificuldade para achar quem possa receber essas doações. A dona de onde eu moro vive no mesmo prédio, e é uma pessoa muito querida e que me recebeu de braços abertos quando fui nas primeiras vezes lá procurando um lugar para mora. Quando retornar ao Rio vou pedir que ela me oriente para quem possa ser mais necessitado por ali para receber a doação.

O que você pode economizar?

Posso dizer que o meu padrão de consumo atualmente não me permite que haja muito consumo supérfluo. Do orçamento que minha família pode me ajudar para que eu viva e estude no Rio. Entre alimentação, contas a pagar, transporte, compras para casa e mais os livros para estudos não sobra muito no final. Tenho a possibilidade de estudar na PUC somente porque estou inserido num programa de encaminhamento para bolsa, que está em processamento ainda. Dessa forma torna-se viável minha permanência lá. Sem isso seria absolutamente impossível pagar os valores das mensalidades. Geralmente almoço e janto no bandejão, que é bem barato e com uma comida muito gostosa. E evito gastar comendo na rua. Sempre penso muitas vezes antes de comprar as coisas, pesquiso preço e variedades de similares. Não me considero “pão duro” também não, mas sempre fico com aquela dúvida cruel antes de comprar algo de fato. Comprar com consciência e quando necessário é uma forma de de manter um padrão equilibrado de vida em relação aos nossos meios e o quanto podemos usufruir deles.

Abaixo um site muito interessante sobre os 3 R’s (Reduzir, Reutilizar e Reciclar), tem muitas outras informações pertinentes a esse assunto, vale a pena conferir.

http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/meio-ambiente-reciclagem/reduzir-reutilizar-reciclar.php



10 – Conte uma atividade coletiva transformadora.
julho 4, 2010, 1:28 am
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31 de Dezembro de 2009


Há dois dias chove intensamente na cidade, uma enorme frente fria, sobre pelo menos metade do país, nos da a certeza de que a cidade a beira mar e aos pés da mata atlântica terá mais um fim de ano chuvoso.
A virada para 2010 acontece sem cessar a chuva. Em Paraty, milhares de visitantes lotam as pousadas, casas que são alugadas na alta temporada, e também as dos próprios moradores, que recebem parentes e amigos nessa época. Há uma movimentação confusa na rua, ainda que muitos não saiam devido a chuva, outros tantos estão há tanto esperando por esse momento que ignoram completamente o fato de terem que se molhar para comemorarem! A posição geográfica, e a vegetação atlântica fazem da cidade um lugar de alta umidade e inúmeros feriados e verões sob as gotas intermináveis, hora tão fina que quase imperceptível, hora forte o suficiente para dividir as ruas do centro histórico devido ao seu traçado de herança dos portugueses, que arquitetaram as ruas para que a água das marés escoe lavando a cidade até chegar ao mar.
Há um ano praticamente, no dia 8 de Janeiro de 2009, tínhamos vivenciado em Paraty uma inesquecível demonstração da força da natureza. Era madrugada e uma chuva caía sobre a serra que se forma entre Paraty e Cunha, nos limites do Estado do Rio de Janeiro com o Estado de São Paulo. A água que descia ganhando força afunilava-se ao aproximar-se da cidade, resultando numa enorme Tromba D`água que atinge a cidade durante a madrugada. Os bairros e localidades situados as margens e próximos as maiores rios são atingidos de surpresa , sem nenhum aviso, e os estragos que ficaram depois podem ser contados por quase todos moradores daqui. Diferente de como seria no final do ano, a cidade já não estava com um número tão grande de pessoas na cidade, pois passado o ano novo há uma clara diminuição do total de visitantes que facilitou o trabalho para socorrer quem teve sua casa invadida pela água repentinamente, por quem tenha ficado ilhado em ponto onde a água dos rios tenha subido com tal rapidez que impedisse de fugir para um local seguro. Os estragos são muitos e estão por toda parte, prejuízos que levam muito tempo para serem recuperados. E imaginávamos como poderia ser tudo muito pior se aquela chuva fosse uma semana antes, quando a cidade estivesse lotada, com milhares de carros nas ruas, com uma demanda de água, comida e energia muito acima do normal!
Mas dessa vez agora, como que a outra fosse um aviso, foi justamente na noite de réveillon que já acumulavam dois dias de muita chuva . Porém sem poder prever o que poderia de fato vir a acontecer fomos em um grupo de amigos celebrar a chegada de mais um ano num sítio onde moram diversos amigos em uma vila onde de todos os lados se vê o verde e outras tantas cores da natureza. Cerca de 40 pessoas estão no local, a festa esta maravilhosa, uma confraternização de amigos de longa data, e outros mais recentes porém também muito queridos, tudo corre perfeitamente até a surpreendente falta de luz que acontece por volta de 5:10 da manhã do dia primeiro de Janeiro . Imaginamos que a queda de energia pudesse ser no sítio, que não tinha um fornecimento tão confiável, porém com o histórico da cidade, especialmente em épocas de maior movimento, acabar a luz num dia como esses é algo normal. A metade de nós que não somos moradores e não estávamos hospedados no sítio decide então voltar para a cidade, depois de esperar uns 40 minutos e perceber que a luz não voltaria. Começava ali a parte mais estranha de qualquer começo de ano que qualquer um de nós já tenha passado!
Algumas das meninas que tinham deixado seus filhos em casa, estavam preocupadas e com aquele pressentimento de mãe que não se explica e queriam ir embora o quanto antes, mas quando chegamos na entrada do sitio, na parte de dentro haviam dois carros, e lá fora, depois da porteira tinha outros quatro ou cinco. O enorme volume de água das chuvas fez o rio que passa perto do sitio, o maior e que corta a cidade ao meio, transbordar e os dois carros que estavam já ali dentro tinham a água entrando pelas frestas da porta.Para tentar salvar os carro, tentamos empurrá-los para uma parte mais alta, mas não havia espaço e as plantas que a água nos impedia de ver, não permitiam os carro serem empurrados, e o esforço que fazíamos já era inútil. A entrada do sitio estava alagada e para sair tivemos que ir tateando o caminho até a porteira com os pés, temendo ainda pela possibilidade de cobras que são muito abundantes na região que pudessem picar alguém. A parte do grupo que mora nas casas do sítio, correu para subir os móveis para os andares superiores. E nós do grupo que tentava voltar para a cidade íamos em direção dos carros estacionados ao longo da estrada que leva ao sitio, devido a algumas partes alagadas já anteriormente a enchente do rio, alguns carros estava parados mais afastados, uns 300 metros mais ou menos, que nesses momentos são longas distancias. No carro mais próximo iam 4 pessoas e o resto continua andando indo para os outros carros, mas nesse momento uma das meninas decide não ir conosco e ficar com esse grupo que estava no primeiro carro, ela grita para as amigas que vai ficar com eles e que é para continuarem e irem com as pessoas que estava indo na frente, nenhum de nós a ouviu direito e seguimos andando , atravessando trechos alagados, chegamos em outros dois carros parados adiante, que já encontravam-se com a água quase pela metade, um desses é o carro da minha irmã que também mora no sitio, o outro é de um de nós do grupo, mas que pra piorar a situação não sabia onde estava a chave. Uma das meninas começa a passar mal e desmaia, ficamos ainda mais preocupados, seus pés estão dentro da água e então eu a coloco em cima do capô do carro, ela continua respirando, e as meninas dizem que isso acontece sempre com ela, em alguns segundo ela volta e fica muito assustada, tentamos acalmá-la. Temos que sair dali o mais rápido possível, o nível do rio continua a subir, e aquela localidade tinha sido uma das mais afetadas no verão passado. Nesse momento a mãe da menina que ficou com o grupo do primeiro carro liga para a prima dela, e pergunta dela, mas no meio de toda confusão ela não sabe onde ela ficou, e vai ficando ainda mais apreensiva. Eu entrego a ela meu celular e minha camisa e digo para seguirem em frente que vou voltar para achar a garota. Vou correndo o quanto é possível pelas águas, até o momento que esta encobre minhas pernas, ofegante vou atravessando as poças que crescem a cada minuto. No caminho de volta eu vejo um animal na água, é um cachorro nadando para se salvar, ele é pequeno, com os pelos finos e estava muito assustado, eu o agarro e tento acalmá-lo, ele está tremendo inteiro e seu coração está disparado, saímos da área alagada onde ele estava, mas ele volta a tremer mais ainda quando vou me aproximando de outra que temos que passar para voltar ao sítio. Eu o seguro forte para que ele não tente fugir. Quando atingimos a entrada do sítio e vejo os dois carros que tentamos empurrar no começo de tudo, na parte de dentro do sítio, eu tenho uma enorme surpresa ao ver que as únicas partes aparentes deles era o teto. Vou em meio a água passando pela porteira e o cachorrinho começa a se mexer quando percebe que vou passar pela água novamente. Para conseguir passar por onde os carros estão e chegar até as casas, é um trecho mais baixo e a água sobe além do meu ombro, chega no meu pescoço, eu levando os meus braços para segurar o cachorro no alto, evitando que fuja pulando, com esforço alcanço os carros, passo entre eles e chego até as casas, o pessoal que tinha ficado, conseguiu subir alguns moveis, e estavam se comunicando entre si gritando de uma janela de uma casa para outra. Deixo o cachorro ali e aviso que voltei para procurar uma das garotas que tinha ficado, aviso eles para procurarem ela ali no sitio, que ela deveria estar numa das casas, talvez na que tinha sido a festa , que era a mais afastada, e que não poderia deixar o grupo que tinha ido na frente sozinho, que eles precisava de ajuda também. Voltando até os carros alagados, passo nadando novamente entre eles até a porteira do sítio, sigo correndo sem conseguir acreditar em tudo que está se passando, há menos de duas horas estávamos todos curtindo uma festa maravilhosa de ano novo e estávamos nadando entre em águas cheias de cobras, salvando as pressas móveis e animais, reanimando pessoas desmaiadas, buscando gente que tinha ficado pra trás, de um sonho direto para um pesadelo. Passo pelos carros no lugar onde tinha me separado do grupo, e não vejo ninguém ali, continuo pela rua até o final dela, onde chego na rua principal da localidade, está é asfaltada e tem mais casas, as pessoas estão nas janelas olhando para fora, nas casas de dois andares vejo muitas crianças. Vou andando até chegar na ponte que tenho que passar para voltar até a estrada que leva dali até a cidade, o rio transbordou e encobre o acesso da ponte para o outro lado, os moradores dizem que ali não da para passar, então fico esperando e pensando no que fazer, se voltava ou se tentava passar de alguma forma, um morador vem vindo do outro lado e espero que ele passe para eu passar com segurança. Ele consegue e eu vou logo depois, quando atravesso continuo pela estrada, e inesperadamente encontro vindo um amigo de moto, pergunto para ele se ele tinha visto o grupo passando em direção a cidade , ele diz que não e sem saber de tudo que esta acontecendo pergunta da festa, eu digo que esta tudo alagado lá e que eles estão lá ilhado, sem saída, e que eu tive que nadar pra vir de lá. Então subo na moto e voltamos para a cidade. Ao chegar na cidade vejo que a maioria dos bairros estão alagados e as pessoas acordando incrédulas na primeira manhã do ano, vendo aquelas cenas, turistas arrastando suas malas em direção da rodoviária para sair da cidade, carros de bombeiros, a cidade toda sem luz, famílias nas ruas, uma cena de filmes de catástrofes que vivíamos na vida real. Descemos pela avenida de acesso a cidade, a rua que leva até o centro histórico, vamos até lá para ver se encontramos as pessoas que estavam vindo da festa, mas não vejo nenhum deles. Ele diz então que tem que trabalhar logo mais e que tem que ir pra casa dormir, eu vou com ele até sua casa, mas não conseguiria dormir naquele estado, ele me empresta uma bermuda e então eu vou embora, descendo novamente pela avenida principal, chegando até o centro que igualmente esta alagado, a água corre pelas ruas como um rio, indo em direção do mar, a maré que naquela manhã estava cheia piorava a situação. Vou até a casa da menina que eu tinha voltado para procurar no sito para ver se encontro as outras meninas lá. Mas encontro apenas a mãe dela ao telefone. E noto que sou o primeiro a chegar, elas tinha telefonado há pouco tempo avisando que estavam na cidade já e estava voltando, e tinham parado para descansar um pouco num lugar, eu bebo uma xícara de café e vou ao encontro delas, as encontro no centro da cidade, as três estavam muito assustadas, cansadas e já estavam discutindo entre si, falo para irmos pra casa, tomar um banho e colocar uma roupa seca que todos precisávamos. Voltamos passando pelas ruas históricas da cidade, vendo cenas que não nos parecia possível que fossem verdade. Chegando de volta em casa, temos noticia de que lá no sitio eles estão isolados mas estão todos bem, inclusive a menina que ficou pra trás, ela estava com o pessoal num lugar alto e seguro. A mãe dela está mais calma e vamos então nos acalmando aos poucos,. Era mais ou menos 9:30 quando alguns outros chegaram do sitio, avisando que quem estava com as casas alagadas tinha conseguido vir pra cidade já, estávamos ainda todos muito assustados, sem conseguir acreditar no que tinha acontecido. E acontecido numa noite de réveillon, quando estávamos comemorando, celebrando e jamais esperando passar por tudo que passamos. O ano começou a menos de 10 horas e já era inacreditavel, incompreensível e inesquecível.

Dessa forma nascia esse ano de 2010 e dessa forma íamos rumo ao desafio de realizar um Oasis no final do mês.

Desculpem pelo tamanho deste post, agora é que começa mais precisamente a atividade coletiva transformadora, mas na verdade não poderia deixar de contar o que aconteceu naquele 1º de Janeiro, para contar a história que viveriamos no final daquele mesmo mês.

Oasis Paraty [Etapa Mão Na Massa]

24/01/2010

Era um Domingo e estávamos nos últimos preparativos, recepcionando o pessoal que vinha chegando, correndo contra o tempo para que tudo aconteça da melhor forma possível.

Como mais ou menos no começo da tarde de Domingo já tinha chegado um bom número de pessoas, preparamos o CIEP, dividimos tarefas, alojamos os recém chegados, e demos inicia aos primeiros momentos de união do grupo. O dia seguinte, a segunda-feira estava especialmente preparada para ser o dia do Alinhamento do Oasis Paraty. Como a minha experiência de Oasis havia sido o do Oasis Santa Catarina, e notando o quanto pode-se unir as pessoas que jogarão juntas, alinhando-as no que é o objetivo que está sendo proposto de experimentação e o quanto é importante o fator da coletividade nesse desafio.

25/01/2010

Finalmente chega o dia! O café da manhã dá a largada não antes de o grupo encarregado de acordar fazer seu trabalho. A manhã foi designada para fazermos nossos Totens e fazer a dinâmica do Barbante e da Caneta na Garrafa. E ainda antes do fim da manhã nos organizamos e conseguimos carros suficiente para fazer as viagens necessárias para irmos todos para a Cachoeira da Jamaica, saindo de cidade, subindo pela Paraty-Cunha cerca de 6 kilômetros, levamos frutas e alimentos para que pudéssemos ficar lá tempo suficiente para aproveitarmos ao máximo aquele momento. Fizemos um Anana Rei até que se perca totalmente a noção do tempo, pelo menos pra mim.

A noite mais tarde dividimos os participantes pelas duas comunidades Matadouro e Mangueira, a Renata era a Facilitadora do Matadouro e eu da Mangueira. Explicamos c Jogo Oasis para todos e preparamos os grupos para o dia seguinte que seria o Dia na Comunidade.

26/01/2010

O Dia na Comunidade começa com as duas equipes das duas comunidades fazendo a Dinâmica dos Olhos Vendados em seus respectivos bairros. Confesso que para mim foi impressionante, após tanto tempo com a venda quando a retirei demorei alguns segundo para conseguir enxergar corretamente, após tanto tempo com aqueles outros sentidos aguçados foi uma experiência inesquecível e surpreendente.

Na segunda metade da manhã nos separamos em trios para realizar o Convite para as comunidades para irem ao CIEP (Matadouro) e na APAE (Mangueira).

A Tarde é feito o Café Comunitário e a proposta e prática das etapas do Olhar, do Afeto, do Sonho e do Cuidado, com a Projetação e as confecções das maquetes de cada cuminidade.

27/01/10

E eis que chegávamos finalmente ao tão esperando Mão Na Massa, o primeiro dos 4 dias previstos, o inicio da realização do Milagre, de fazer ele acontecer com as próprias mãos e cooperação direta com as comunidades e a sociedade paratyense que colaborou de forma maravilhosamente bela para que o Oasis Paraty virasse realidade.

Pela noite os grupos fazem reuniões num só coletivo na escola. É hora de muitos colocarem emoções fortes que estavam guardadas. Com o Luto e Celebração e preparações para a quinta-feira.

28/01/10

2º Dia de Mão Na Massa

Os mutirões mostram-nos o bom e velho ensinamento do “Vai piorar, depois vai melhorar. Depois vai piorar de novo e depois vai melhorar de novo!”

29/01/10

3º Dia de Mão Na Massa

A sexta-feira de sol forte no verão tropical banha nosso dia e o Jogo ruma para seu 6º dia.

30/01/10

O Sábado, último dia previsto do Mão Na Massa acabou com os planejamentos para a Celebração do Domingo, 7º e último dia do Oasis Paraty, mas não antes dos retoques finais para deixar as comunidades da forma que nos desafiamos a ver se conseguimos conseguir fazer elas ficarem.

31/01/10

Com o consenso de que todos desejavam utilizar parte do dia destinado a Celebração para dar o ponto final nos mutirões, tarefa das mais difíceis de conseguir deixar todos participantes sem querer aperfeiçoar detalhes, inventar mais uma pequena coisa que possa ser incluída. Este dia era destinado também ao momento de que fosse oferecidos Presentes que quiséssemos dar a comunidade, então deixar os novos Oasis o mais belos e vivos possível foi  possível nesse dia. O grupo de maracatu da cidade Palmeira Imperial, do qual diversos participantes do Oasis Paraty são componentes se apresentou ao fim da tarde dando sons marcantes e batidas que vibrariam o encerramento da Etapa do Mão Na Massa, e também início a festa realizada na Celebração de todo Oasis em conjunto, as comunidades, os participantes, pessoas que participaram em algum momento, houve apresentação do palhaço espanhol e também um senhor morador do Matadouro deu uma aula de Congada.

O Oasis Paraty para mim foi a realização de um sonho pessoal que só pode ser realizado em coletivo, em elo comunitário e em abraço societal. Na soma de forças de cada pessoa que em algum momento daqueles dois meses de preparação fizeram parte de algum modo para que todas as etapas fossem realizadas, na união de amigos, de famílias, vizinhos, crianças, desconhecidos, antigos conhecidos, de histórias e caminhos parecidos, de vidas diferentes e parecidas que se percebem unidas num objetivo comum, para o bem comum, para empoderarem a si mesmas e umas as outras.

Este Oasis foi feito pela enorme maioria de pessoas que não haviam entrado em contato com a Metodologia Oasis anteriormente e se desafiaram a permitirem-se tentar, experimentar, ousar, protagonizar e transformar. Foi belo e fortalecedor ver como tantas pessoas conseguiram entrar em contato com lugares de suas próprias realidades que não imaginavam antes.



9 – Meu Compromisso: Quais são meus planos? E o que pretendo fazer depois do GSA?
julho 4, 2010, 1:17 am
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                          Bom, os planos são muitos, vou tentar trazer alguns aqui para um ponto de partida.

                          1. Oasis Paraty + ONG Tangará
                          2. Oasis Paraty + Casa Azul
                          3. Lixão de Paraty (Henrique)
                          4. Oasis + PUC + TED + Maré + Vidigal
                          5. Encontro Oasis + Guerreiros 2010
                          6. Encontro Guerreiros + Oasis 2011
                          7. TEDxParaty _ Geração Y

                          =

                          Empreendendorismo Social

                          Com a ideia fixa nos planos de difundir e expalhar as sementes do Empreendendorismo Social estas são alguns dos projetos que sonho em realizar.

                          1 – A organização não governamental Tangará Mirim  é uma ong que renasceu em Paraty após o Oasis Paraty. Muitos dos jovens que participaram do processo todo ou pelo menos no Mão na Massa articularam-se e decidiram organizarem-se dessa forma para por em prática todo potencial que eles veem em si e no recém formado coletivo. Com projetos na área social e ambiental a nova ong pode ser uma forte parceria para futuros Oasis na região.

                          2 – A Casa Azul é a OSCIP que promove a Festa Literária Internacional de Paraty.  Após o Oasis Paraty fizemos reuniões com representantes da Casa Azul e a questão do lixão da cidade foi colocada em questão. A Casa Azul deseja promover a Festa Literária de forma sustentável. E se mostra aberta para diálogo de um possível processo de união com o Movimento Oasis e com a sociedade civil como um todo.

                          3 – O Henrique é um morador de Paraty. Simples e profundo conhecedor da questão ambiental nos seus mínimos detalhes. É um dos maiores “pontos de luz” que tive o prazer de conhecer no Oasis Paraty. Catador de resíduos ele é um poço de sabedoria dos problemas e soluções ambientais. Nos guiou nas visitas ao Lixão da cidade e tem contatos de pessoas de diversas partes do Brasil. Um guerreiro de alma!

                          4 – Tenho conseguido fazer contato com pessoas da Vice-Reitoria da PUC-Rio com a intensão de fazermos aqui a experiência vivida pelos universitários do Oasis Anima de Belo Horizonte e Santos. Em paralelo o organizador do TEDxSudeste Leonardo Eloi se mostrou muito animado e disposto a iniciar um Oasis no morro do Vidigal. Ele conhece pessoas de um projeto do local. E na comunidade da Maré conheci um casal de fellows da ASHOKA com o qual tenho conversado a fim de fazermos um Oasis lá também, com o apoio de toda vida que eles tiveram lá trabalhando com a comunidade. A ideia seria fazer um casamento de Oasis e universitários da PUC, e com as comunidades do Vidigal e da Maré.

                          5 – A ideia proposta é um novo Encontro do Movimento Oasis e ou dos Guerreiros que vem jogando o Caminho do GuerreiroII. Em Novembro em Paraty, quem sabe, se mais pessoas começarem a gostar da ideia… o que será que podemos fazer?

                          6 – O Encontro Guerreiros e Oasis, seria um encontro dos Guerreiros de 2011 meses após do Guerreiros para novos passos de planos que poderemos ter.

                          7 – Paraty é o segundo principal destino turístico do Estado, só atras da capital Rio de Janeiro.  É o destino histórico do Brasil preferido dos estrangeiros que visitam nosso país e recentemente foi eleito pela EMBRATUR e pelo Ministério do Turismo como uma das dez cidades de turísmo modelo, sendo a referência na área de turísmo cultural. Além de toda sua riqueza arquitetônica, natural (praias, baía, cachoeiras e serra), histórica, gastronômica, com cultural regional e o principal evento literário da América Latina. Reunir nesse ambiente as ideias com o espírito TED debatendo a intrigante Geração Y e seus limites. É ainda, apenas uma ideia.



                          8 – Minha Ação: O que você já fez que demonstre que você é um Guerreiro?
                          julho 4, 2010, 1:12 am
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                          • Oasis Santa Catarina (Jul/09)

                          A pequena Sol, de Itajaí!

                          • Festival Oasis (Out/09)

                          Festival Oasis

                          • Encontro Oasis – Paraty (RJ) (Nov/09)

                          Encontro Oasis em Paraty

                          • Oasis Paraty (Jan/10)

                          Oasis Paraty - Jan 2010

                          Aventure-se

                          • Cultura em Seis Movimentos – Maringá e Sarandi (PR)

                          Abril e Maio 2009

                          O Projeto “Cultura em 6 Movimentos” tem o objetivo de levar a populações necessitadas  as primeiras noções da produção áudio visual, ensinando, através de oficinas específicas de movimentos artísticos de interesse da comunidade, o “despertar” para uma área  profissional e estimular possíveis talentos e futuros profissionais. Função realizada: Criação, Produção, Homologação no MinC, captador e Direção Geral, com Patrocínio da Romagnole.

                          • Olhar apreciativo, aproximação e registro com os moradores do lixão de Paraty, e a realidade do local.

                          Azul, verde... e lixo

                          imagens que dizem mais do que mil palavras

                          • Instituto Náutico de Paraty (Jan-Fev07)

                          Escola de vela para jovens de baixa renda de Paraty

                          • Ato artístico pacifista durante as Olimpíadas de 2008, em frente ao consulado da China no Rio de Janeiro. Em razão dos massacres feitos pelo governo chinês sobre os tibetanos, reprimindo violentamente e matando muitos deles. Tudo foi mobilizado por um grupo de amigos e divulgado através de mídias eletrônicas e redes sociais.

                          Link para a comunidade do Orkut:

                          http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=49417885

                          PAZ no TIBETE-RIO_SEG/14/04



                          7 – Meu Propósito: Por que participar do Guerreiros Sem Armas 2011?
                          julho 4, 2010, 1:06 am
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                          Acredito que a transformação que acontecem nas pessoas que se permitem experimentar de forma integra a metodologia Oasis é imensa. Pelo menos para mim foi. E a Escola de Guerreiros Sem Armas é algo que pretendo absorver para minha vida em âmbito pessoal e profissional de forma a levar mais pessoas a entrarem em contato com essa forma de ver e viver o mundo. Depois do primeiro Oasis, você anda pelas ruas com aquela sensação nervosa de querer mostrar pra todo mundo como é delicioso e como seria maravilhoso se permitir encontrar e expandir a mais pessoas nossas melhores versões, sermos parte de transformações, de empoderamento próprio, coletivo e societal.

                          Aqui escolhi traze-los as palavras que me vieram no meu primeiro Oasis, o de Santa Catarina, no segundo dia de mão na massa. Quando tentei traduzir o que sentíamos e vivíamos naquele momento. Acho que apesar de não ter conseguido passar muito uma ideia objetiva do que estava acontecendo, sinto que consegui transmitir o quão transformador e importante aqueles dias foram para nós, e o que a metodologia Oasis, e claro do Guerreiros significam pra mim. O quanto nossos propósitos são os mesmos.

                          Link da página: http://teopetri.blogspot.com/2009/08/oasis.html

                          Oasis

                          Sem partido, sem abrigo, sem um chão, só um sonho
                          De onde começamos, da virtualidade de onde não estamos
                          Sem limites ou países, sem bandeiras ou matrizes
                          Só nosso peito aberto para abraços e convites
                          Oasis não é ONG, não é dó, nem piedade
                          É abraços e amor imensurado
                          São crianças, mulheres e esses loucos
                          Que parecem cegos e surdos aos avisos dos que não nos conhecem
                          Do pessimismo, fatalismo, assistencialismo de si mesmo
                          Algo novo, que rompe, que sonha, que vai no belo que se esconde
                          Que bem trata a sua vergonha, e com ela some
                          A espera no antes
                          A espera no quase
                          A vertigem no se
                          A origem de um oasis
                          O Brasil, essa completa “miscigenagem”
                          Acaba que distancia seus filhos
                          Uma robusta nação que não se sabe
                          E agora nesse choque, mão no rosto, esse toque
                          Ruas de pequeninas cidades, gente acanhada, sonha escondidinho
                          Mas no que ouve esse repique, que jogamos pro ar
                          Foge do seu medo de buscar, começa a se juntar
                          A compreender onde podem chegar
                          É puro cada olhar, comunitária abstração do não vai dar
                          Correm doidos pro alcançar, e abraçam forte, forte depois de dançar
                          Calor humano esquecido, varrido, caco moído, mas não aqui, não agora
                          Pois disso já me cansei, não aceitamos o nada sei
                          Soberanos de si mesmos, povo que também é rei
                          Lágrima feliz, bagagem de aprendiz, bicho solto por toda vida
                          Gosto bom de toda cicatriz
                          Alma leve, estadia breve, amigos que nunca mais verei
                          Mais raros que ouro, que nuvem, que neve
                          Crianças múltiplas, irradiando absurdos
                          São os seres menos confusos, esperando futuro que os leve
                          Oasis me ensinou, antes de me ensinar
                          Oasis replantou, antes de replantar
                          Oasis voou, sem asas, pelo mundo
                          Que vai começar

                          Jul/09

                          Eu espero me tornar um Guerreiro para ter mais segurança para me lançar rumo a desafios em qualquer parte do mundo levando para pessoas dos lugares mais diversos o convite de colocar suas qualidades e sonhos para fora e de forma gostosa e divertida saber que se é capaz de colocar todos seus desejos em prática para resolver os problemas necessários.

                          Segue aqui um outro exemplo para mim do porque participar do Guerreiros. As palavras que calaram muita gente e ainda calam, mas que são também para fazer falar, agir e querer, sem armas, guerrear.



                          6 – Quais são meus desafios?
                          julho 4, 2010, 12:58 am
                          Filed under: Uncategorized

                          Bom, meus desafios são, para resumir em alguns dos principais, é antes de tudo conseguir me formar apesar de ter estudado em escolas públicas dos mais diferentes tipo, em diferentes lugares. Acho que esse seria um passo muito importante, em relação a minha família e ao meu desejo de ser capaz de colocar em prática as grandes transformações que vejo que surgem pelo mundo e colaborar para o nascimento de outras mais.  Tenho um desafio de convencer, ou pelo menos ser ouvido com seriedade e levado em consideração ao conversar com meus amigos ou pessoas que possa vir a encontrar de forma espontânea e que comportam-se de maneira cética frente aos esforços de mudança do mundo para melhor. Me desafio a conseguir viver, não para pagar contas, mas para exercer diretos de um cidadão como ter acesso a saúde, ensino, alimentação, lazer, segurança e moradia de qualidade. Não ser aprisionado pelos velhos ou novos “sistemas”.  E acho que acima de tudo o mundo desafia a mim e a minha geração a trazer propostas novas, possibilidades reais de questões aparentemente sem solução.

                          Este é um video que acho muito interessante colocar aqui pelo que ele tem de atual, de conectado com os acontecimentos do momento atual, com as respostas que enquanto sociedade, produzimos. São tendências que mostram caminhos inteiros a serem explorados, e de tão bem elaborado nos faz uma saudável provocação, de nos propor como conectar essas tendencias e viabilizar novas ações, unindo 1º, 2º e 3º Setores. E também a perceber os próximos cenários que virão. E como lidar com eles.  A referência ao Movimento Oasis, claro não é meramente uma feliz coincidência. A WGSN é uma empresa inglesa que rastreia tendências com uma antecedência de 2 anos, através da sua rede de “olheiros” espalhada pelo mundo inteiro.



                          5 – Quais são meus sonhos?
                          julho 4, 2010, 12:07 am
                          Filed under: Uncategorized

                          Ao me formar no segundo grau, ainda com certas dúvidas sobre qual eram os caminhos que eu desejava trilhar, parti para uma viagem pelo Brasil. Eu, um mochilão e uma barraca para acampar. Com a missão impossível de conhecer esse gigante país continental. Era início do ano, tínhamos acabado de passar do carnaval de 2004 e retornei para casa ao final de cinco meses e meio, quase em Agosto. É uma tarefa ingrata tentar descrever esse período da minha vida de tão intenso e de tão rico em detalhes que pode ser a história de cada um dos lugares pelos quais passei. Rio, Minas, São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul de do Norte, Paraná, DF, Pará, Amapá, Maranhão, Piauí, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Bahia e algumas passagens por entre outros que estão entre esses citados. Enfim, sobre o meu sonho… foi durante uma tarde na paradisíaca praia de Jericoacoara, no distante nordeste de suas culturas próprias e encantadoras, que numa roda com brasileiros e estrangeiros, que por alguma razão, quieto, eu compreendi o tamanho imponente da força de nosso país. E ao mesmo tempo das desigualdades pra além de revoltantes e incompreensíveis. Me percebi inconformado com tal realidade, um país extremamente rico, entre os mais de todo planeta, jogando suas qualidades exuberantes, e sua capacidade de resolver problemas pelas janelas, e ralos afora de Norte a Sul. E meu sonho ali se converteu em vontade de fazer parte de movimentos para reduzir essa desigualdade, a pobreza endêmica, os desperdícios e esquemas históricos. Desde então desejo formar-me e me capacitar para intervir a favor do desenvolvimento sustentável social e ambiental do Brasil, seja aqui ou em qualquer parte do mundo em que seja necessário ir ou que de alguma forma eu possa contribuir para que impactos desse tipo aconteçam em outros países, ciente de que os efeitos positivos podem e serão levados adiante independente de quem ele contemplará. Acredito que dentro das Relações Internacionais, com o diálogo entre a prática política, o pensar filosófico, a referência histórica e o engajamento proativo em questões atuais possam ser criadas pontes de conexões colaborativas e de desenvolvimento humano seja entre Estados, Sociedades, Segundo e Terceiro Setor, e atores não governamentais em geral. Percorrer este país é imergir-se em potenciais a serem explorados a fim de solucionar criativamente problemas locais, regionais e/ou globais.

                          Aqui vou adicionar um vídeo que me motiva muito e que me trouxe muitas luzes ao meu caminho. As palavras de Guti Fraga nesse TedTalk são muito inspiradoras e encorajadoras. Num todo ele fala em Oportunidades, e em multiplicá-las. E é por isso que faço minhas também as suas palavras.

                          “Eu fui um pobre que teve todas as oportunidades na vida.(…) A questão da oportunidade, eu acho que foi algo que me moveu o tempo inteiro a caminho inimagináveis.(…) Você ter uma ideia multiplicadora é você desejar o que você teve de oportunidade, multiplicar para quem deseja, para quem sonha!”

                          Guti Fraga – TEDxSP (Nov/09)