Teo Guerreiros Sem Armas 2011


2 e 3 – Quem estou? E como me sinto?
julho 1, 2010, 10:51 pm
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É pra celebrar!

Quem estou atualmente poderia se dizer que sinceramente com muita vontade de fazer parte do Guerreiros Sem Armas 2011, estou um estudante com muita vontade de terminar o semestre da faculdade  e a própria faculdade mais a frente. Estou com sensações muito boas sobre os momentos porvir. Estou com uma imensa felicidade de fazer parte desse jogo e desse desafio desde já! Com as idéias de mudar o mundo com toda utopia sendo posta em prática há de serem vividas experiências inesquecíveis que transformarão de forma definitiva as nossas histórias. Um prazer enorme de estar em contato com toas as pessoas do Instituto Elos é e sempre foi para mim sinônimo de altíssimas emoções, preciosos aprendizados, inovações geniais e afeto humano, carinho, atenção e amor.

Quando entrei pelo lounge da WGSN no SPFW#09 ainda não sabia, mas estava prestes a perceber que o que sentiria ali dentro seria a sensação de quem encontra, mesmo sem saber que procurava, seu lugar. Foi meu primeiro contato com o Oasis e o Guerreiros, e ainda antes que o Edgard e o Kaká ou a Sandra Bisker e o Rosembaum iniciassem as palestras, escrevi. Escreci sem saber dobre o que estava escrevendo. Me senti em casa, em uma unidade, como se ali fosse uma e minha cidade. Depois fui compreender cada verso e hoje com saudades da minha Cidade, escrevo percorrendo este Caminho, para ver se volto a novas comuns unidades.

Link da página: http://teopetri.blogspot.com/2009/06/minha-cidade.html

Minha Cidade

É onde estou…
Esta cidade não tem nome
Não lhe deram, pois não lhe coube
Tem agora vinte ou trinta habitantes
Olho para eles, me encontro, não há mal assombro
Os escuto como um menino novo, que se assusta com todo tombo
Eles falam como eu desejo falar, escrevem e contam de novidades do mundo
Fazem existir essa cidade, e vejo que agora , moro aqui

A cidade esta enchendo, crescendo
Se estou surpreso? nao, nao por isso
Eles vao chegando e a cidade esta ficando bem cheia
Somos e me sinto como eu uma taba, um oásis, uma aldeia
Esta mesa grande que há no centro tem braços elevados por todo o mundo

Escuto historias e vejo caras, que nesse momento entendo, são o meu destino
Subitamente, por acaso, vim parar neste macrocosmo pequenino
Coberto de vontade, dúvidas e curiosidade, vou ficar no meu canto, aprendendo
Com os maiores, seres já fortes, o que eles vieram me contar
Completarei meus dias fora daqui com saudade, dessa tal cidade
Cidade de múltiplos, de um tempo sem fuso
Cidade única no mundo, sem dono e sem rumo
Cidade minha, cidade sozinha, no meio das tantas outras lá de fora
Cidade que me faz ver o que vejo agora
Cidade que nao diz onde irá sua história, estou bobo, estou roxo, nao tenho sono, me sinto teu dono
Nao irei alem do que já disse, pois cidade minha, vc ja existe, dentro de seus filhos efêmeros
Seres que nos sabemos, voltarei em uma nova, e trarei algo de ti e levar-te-ei para longe daqui

Jun/09

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